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ELEIÇÕES 2008
Registrados nove pedidos de impugnação em Mandaguari

Segundo informação do Cartório Eleitoral de Mandaguari, foram protocolados pedidos de impugnação e nove candidatos às eleições de outubro próximo. Apenas um candidato a prefeito está na lista: o ex-prefeito Ari Stroher, da coligação “Retomando a Esperança (PCB, PTB, PHS, PMDB, PV, PMN e DEM) a pedido da coligação Mandaguari Não Pode Parar (PR, PP, PSDB, PDT, PSC, PT e PSB).
Todos os citados têm sete dias para entrar com a defesa e depois disso, o juiz eleitoral terá três dias para apresentar a decisão, o que deverá acontecer a partir da próxima quarta-feira (23). Entretanto, o processo não pára por aí, já que existem as instâncias superiores, que são o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em Curitiba e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. A decisão final do TSE deverá sair apenas na segunda quinzena de setembro, nas vésperas das eleições.
Vale lembrar que o pedido de impugnação não significa que o candidato já está impedido de concorrer, já que existe o pleno direito de defesa e as instâncias superiores caso seja deferido o pedido no Fórum de Mandaguari.
OS CANDIDATOS
Confira a lista dos candidatos a vereador fornecida pelo Cartório Eleitoral e suas respectivas coligações:
MANDAGUARI MAIS FORTE (DEM/PMN)
Romoaldo Pereira Velasco
Ulisses “Lissão” Gariani
POR UMA MANDAGUARI MELHOR (PCB/PTB/PV)
João Ribeiro Marques
PR/PT/PSC
Alexandre Elias “Xandu” Nacif
Arthur “Bolão” Elicir Pereira de Souza
A FORÇA NASCE DO POVO (PRB/PPS/PRTB)
David “Xixico” Marcelino Ribeiro
Leandro Pelegrino de Moraes
PSDB/PDT
Manoel Messias Leite de Carvalho (“Mané Baianinho da Garapera”)

Eleitorado brasileiro é cada vez mais feminino

O Brasil é cada vez mais feminino, revela estatística divulgada esta semana pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A maioria – 51,8% do universo de mais de 130 milhões de eleitores registrados no banco de dados da Corte – é formada por mulheres. Esta tendência vem se consolidando pelo menos desde a eleição de 2000, quando o eleitorado feminino superou o masculino, totalizando 50,48% do total de eleitores que participaram daquele pleito.
De acordo com o TSE, existem no país exatos 130.469.549 de brasileiros, regularmente inscritos perante a Justiça Eleitoral e, portanto, aptos a elegerem seus representantes no executivo e legislativo municipais. Deste total 67.483.419 são mulheres e 62.824.986 são homens.
Apenas nos estados do Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, e Tocantins esta realidade é invertida, com colégios eleitorais marcados pela predominância masculina. Em compensação, no estado do Rio de Janeiro, 53,29% do eleitorado é feminino – percentual bem acima da média nacional. Pernambuco, Ceará e São Paulo também possuem eleitorados femininos expressivos, com mais de 52% de participação das mulheres nos números totais.
GRAU DE INSTRUÇÃO
Apesar de o alistamento eleitoral ser facultativo para os analfabetos, 8.097.513 brasileiros nessa condição tiraram seu título e estão aptos para votar em outubro. Mas a maior fatia do eleitorado possui primeiro grau incompleto – 44.456.754, ou 34,07% do total. Sabem ler e escrever 20.367.757  e 10.129.580 concluíram o primeiro grau.
Com segundo grau incompleto estão inscritos 23.618.098 eleitores (18,10% do total). Outros 15.799.474 (12,10%) concluíram o segundo grau, atualmente denominado ensino médio. Apenas 3,49% do universo de eleitores brasileiros concluiu o ensino superior – 4.558.845. Outros 3.277.167 chegaram ao nível superior, mas não chegaram a se diplomar.
Com relação ao eleitorado total de seus estados, Rio de Janeiro (5,41%), São Paulo (5,03%), Rio Grande do Sul (4,14%) e Santa Catarina (4,01%) são os que possuem a maior proporção de eleitores com nível superior. Já Maranhão (0,93%) e Piauí (1,34%) são os estados com menor percentual de eleitores formados. O TSE lembra que o grau de instrução é informado pelo eleitor no ato da sua inscrição ou atualização dos dados. Por isso, essas informações podem não representar fielmente a realidade.
FAIXA ETÁRIA
Mais uma mostra do crescente interesse do brasileiro em se integrar ao processo eleitoral vem do público jovem. Exatos 2.922.432 eleitores inscritos para votarem nas próximas eleições têm 16 ou 17 anos. Nesta faixa etária, o alistamento eleitoral é facultativo. 
E do outro lado, no que vem sendo chamada de a melhor idade, 2.609.959 eleitores (2% do total) possuem mais de 79 anos, e continuam participando ativamente da vida pública do país, e com isso dando exemplo de cidadania.
Mas com relação à idade média, o eleitorado é formado em sua imensa maioria por pessoas entre 25 e 59 anos, faixas etárias que juntas representam mais de 66% do eleitorado brasileiro. São 31.620.929 de eleitores entre 25 a 34 anos; 26.030.548 com 35 a 44 anos; e 28.678.555 entre 45 e 59 anos.
SEÇÕES
As eleições de 2008 serão realizadas em mais de 400 mil seções espalhadas pelos 5.563 municípios onde devem ser escolhidos prefeitos, vices e vereadores nas eleições de 5 de outubro. Para fins de estatística são computados 5.565 “municípios”, dados que incluem o Distrito Federal e Fernando de Noronha (que é um Distrito Estadual de Pernambuco), onde não há eleição municipal. São 93.906 locais de votação em 3.010 zonas. São Paulo, o Estado mais populoso do Brasil, com quase 30 milhões de eleitores, conta com o maior numero de seções – 73.316, ou 18,31% do total nacional. Em Roraima – menor colégio eleitoral do Brasil, com 247.792 eleitores, estão localizadas apenas 894 seções.
O Distrito Federal, que tem 1.663.720 eleitores inscritos, e Fernando de Noronha, que tem 1.766 eleitores, não realizam eleições em 2008, tendo em vista o fato de não contarem - em sua estrutura administrativa - com prefeitos ou vereadores. Dessa forma, dos mais de 130 milhões de eleitores que constam do banco de dados do TSE, excluídos os registrados no DF e em Noronha, 128.804.063 milhões de cidadãos devem ir às urnas em 5 de outubro para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores dos 5.563 municípios brasileiros.


PARCERIA
Aceman lança projeto “Varejo Mais em Ação”

Numa iniciativa da Aceman (Associação Comercial e Empresarial de Mandaguari) a cidade conheceu o projeto “Varejo Mais” no último dia 11 de julho, através de palestra realizada no auditório da Fafiman - Fundação Faculdades de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari (fotos ao lado). O programa é desenvolvido pelo Sebrae e a Fecomércio com o objetivo de melhorar o desempenho das empresas participantes, tornando-as mais competitivas por meio da profissionalização da gestão e desenvolvimento das pessoas.
O Programa Varejo Mais trabalha com conceitos de como aumentar e melhorar a gestão da carteira de clientes, como definir novos produtos, serviços e processos, aprimorar a administração da loja, desenvolver e incentivar equipes de vendas, fidelizar clientes e também a importância de trabalhar ações cooperadas.
Em Mandaguari, o projeto tem o apoio do Simatec, ARD (Agência Regional de Desenvolvimento) e da Prefeitura Municipal. O próximo passo será uma reunião de alinhamento com os empresários que aderirem ao projeto, seguido da execução das ações (treinamento de consultorias). Logo depois será realizada uma reunião de avaliação. As inscrições para o primeiro módulo se encerram na próxima segunda-feira (21). Maiores informações poderão ser obtidas na Aceman.


ESTIAGEM
Prefeitura dá atenção especial para estradas rurais

Assessoria de Imprensa
Prefeitura Municipal de Mandaguari

O maquinário da secretaria de Obras e Serviços Públicos de Mandaguari está concentrado na zona rural do Município, aproveitando a estiagem do Inverno. “Precisamos aproveitar o tempo firme para cascalhar alguns trechos e também para passar a motoniveladora e rolo compressor em outras”, observa o diretor do Departamento de Serviços Públicos, Luiz Costa.
Nos últimos dias os duas motoniveladoras, o rolo compressor e caminhões do Município trabalharam nas estradas Condor, Vitória do Alegre, Vinte do Alegre e Lombo da Égua, além do Km 16 na mesma região. Por outro lado, a Prefeitura continua atendendo na medida do possível os donos de granjas, com cascalhamento e recuperação de algumas estradas onde estão localizadas estas propriedades. “Até agora já atendemos mais de 10 granjeiros”, lembra Costa.


Rua João Ferro finalmente recebe iluminação

Assessoria de Imprensa
Prefeitura Municipal de Mandaguari

Uma das principais ruas da região dos Cinco Conjuntos finalmente está recebendo iluminação pública. Trata-se da Rua João Ferro, cujos moradores esperavam e reivindicavam a melhoria há muitos anos. Esta semana, a empreiteira iniciou a colocação dos postes e das luminárias, colocando um fim na escuridão daquela via e, levando mais segurança para a população. Os recursos para a melhoria são oriundos da Taxa de Iluminação Pública do Município. Ao todo estão sendo colocados 13 postes com luminárias em toda extensão da Rua João Ferro, entre as ruas Maria Nistorene Giacomini e Maria delgado Gonçalves.


Programa habitacional contempla mais 28 famílias

Assessoria de Imprensa
Prefeitura Municipal de Mandaguari

O Programa Habitacional Interesse Social (PNHIS) do Ministério das Cidades e da Caixa Econômica Federal 2008, está beneficiando mais 28 famílias de baixa renda, resultado de uma parceria com a Prefeitura de Mandaguari, que viabilizou o terreno e a infra-estrutura. O conjunto será erguido ao lado do Jardim Boa Vista, onde já estão sendo construídas outras 28 residências do mesmo programa (foto).
No ultimo 16 foi realizada a primeira reunião com as famílias no Módulo Cultural. Na oportunidade esteve presente a técnica social da Caixa Econômica Federal de Maringá, Waine Chagas; a secretária de Ação Social, Clarice Ignácio Pessoa Pereira; o chefe de Gabinete Renato Navarro; a diretora da Ação Social Lucélia Vignoli Arnal; a assistente social Anicasse Rizzo, técnica social do Projeto; e Juliana a assistente social que irá realizar o trabalho social com as famílias. “Ficamos felizes pelas famílias que vão realizar o sonho da casa própria”, frisou Clarice.


Playground muda rotina do Parque da Pedreira

Assessoria de Imprensa
Prefeitura Municipal de Mandaguari

A entrada do Parque da Pedreira, uma das áreas de lazer mais bem localizadas de Mandaguari, ganhou nova rotina com a recente instalação de um playground. Todos os dias, principalmente no final da tarde, os pais levam seus filhos para brincar, caminham pela pista em torno do lado e aproveitam para apreciar o por do sol.
Nos próximos dias, o parque sofrerá novas mudanças, com a instalação do jardim japonês (em comemoração dos 100 anos de imigração), além de pista de skate e uma Academia da Terceira Idade (ATI). O projeto faz parte de um programa de revitalização das áreas de lazer de Mandaguari, que já levou uma ATI para a Praça Tiradentes (Bom Pastor), que foi revitalizada e ganhou nova iluminação, além de proporcionar a reforma geral da Praça Independência, cuja obra está em andamento. A Praça Miquelette também foi dotada recentemente de iluminação rebaixada.
O objetivo é transformar estas áreas em centros de convivência para as famílias do Município, levando mais segurança às praças públicas. Dentro do projeto está ainda o Parque Natural Nossa Senhora Aparecida, que está sendo construído numa área verde entre os jardins Progresso e Cristina.


Iniciada construção do Centro Comunitário dos Cinco Conjuntos

Assessoria de Imprensa
Prefeitura Municipal de Mandaguari

A Construtora JC Neves iniciou esta semana construção do Centro Comunitário dos Cinco Conjuntos, uma obra Programa de Geração de Renda do Ministério do Desenvolvimento Social, com um total de 327 metros quadrados, que vai beneficiar, segundo o Governo Federal, 550 famílias daquela região. Os recursos, num total de R$ 180 mil, foram viabilizados através do deputado federal Ricardo Barros. “Trata-se de uma obra que vem sendo reivindicada há vários anos pelos moradores daqueles bairros, que agora terão um local para realizar cursos e palestras, além de outras atividades de interesse da comunidade”, explica o secretário de Obras do município, engenheiro Edmilson Betioli.


Festa Julina na Escola Bom Pastor

Assessoria de Imprensa
Prefeitura Municipal de Mandaguari

A Escola Municipal Bom Pastor realizou no começo do mês a sua Festa Julina, reunindo alunos, professores e os pais no pátio da escola, com direito a brincadeiras, comidas típicas e danças. “As crianças se divertem e é uma oportunidade para os pais e professores também se confraternizarem”, observa a diretora da escola, professora Elizena Ferreira Bueno Fontes.
E o estabelecimento de ensino tem o que comemorar, já que, recentemente, ganhou duas novas salas de aula, a reforma e pintura do prédio, um laboratório de informática com quinze computadores e um televisor de 29 polegadas com pen drive para cada sala de aula.


FIA
Conselho Tutelar recebe computador

Assessoria de Imprensa
Prefeitura Municipal de Mandaguari

O Conselho Tutelar de Mandaguari recebeu esta semana um computador e impressora de última geração para agilizar o trabalho da entidade. A entrega foi feita pela secretária da Ação Social, Clarice Ignácio Pessoa Pereira e pelo Chefe de Gabinete da Prefeitura, Renato Navarro à presidente do Conselho, Terezinha de Jesus Oliveira Ross.
O equipamento foi adquirido com recursos do FIA (Fundo para Infância e Adolescência) e irá facilitar o trabalho do Conselho, principalmente o encaminhamento de dados do SIPIA, um sistema nacional de registro e tratamento de informação criado para subsidiar a adoção de decisões governamentais sobre políticas para crianças e adolescentes, garantindo-lhes acesso à cidadania. Ele é dividido em três categorias:
SIPIA I - promoção e defesa dos direitos fundamentais preconizados no Estatuto da Criança e do Adolescente.
SIPIA II - adolescente em conflito com a lei e as decorrentes medidas sócio-educativas a ele aplicadas.
SIPIA II Plus - estabelecimentos onde os adolescentes cumprem as medidas sócio-educativas.
SIPIA III - colocação familiar, na forma de adoção, seja por pretendente nacional ou estrangeiro.
O FIA
O Fundo para Infância e Adolescência - FIA, foi criado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Para investir financeiramente no futuro de centenas de crianças de Mandaguari não é necessário tirar dinheiro do próprio bolso. Basta deduzir parte do Imposto de Renda Devido para o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente - FIA, um dispositivo das prefeituras para captar recursos que deverão ser aplicados na implementação de políticas que assegurem os direitos da criança e do adolescente.
Sua contribuição é uma forma de participar do processo de melhoria da qualidade de vida das crianças mais carentes do Município onde vive. Pessoas Físicas podem destinar 6% do Imposto de Renda Devido para o FIA. Já as pessoas jurídicas podem contribuir com 1% do valor do Imposto Devido. “Todos devemos participar, divulgando esta iniciativa em casa, com os amigos e na empresa ou órgão onde você trabalha”, destaca Clarice.


Vem aí a V Semana de Biologia na Fafiman

O Departamento de Ciências Biológicas promoverá no mês de agosto a V Semana de Biologia, evento que tem como principal objetivo oferecer cursos de extensão a professores, acadêmicos, egressos da Fafiman e de outras instituições de ensino, fundamental e médio. As inscrições para apresentação de trabalhos (Comunicação oral e painel) podem ser feitas até 15 de agosto de 2008.
O início da Semana está previsto para o dia 25 de agosto, com as seguintes atividades: 25/08 – Segunda-feira, -Entrega de Material e Credencial, -Abertura, - Palestra: “Biossimbologia das Cores”, professor doutor Eduardo Cunha Farias – USP; 26/08 – Terça-feira e 27/08 – Quarta-feira, Mini-cursos: 1- “Angiotécnicas”, professora doutora Josiane Medeiros de Mello – UEM, 2- “Técnicas de emblocamento de artrópodes” , professor mestre Paulo Alfredo Feitoza Böhm – UEM; 28/08 – Quinta-feira, Apresentação de Comunicação Oral e Painel, Mostra de Material Didático; 29/08 – Sexta-feira, Palestra: “A importância dos Parques Nacionais e Unidades de Conservação Ambiental no contexto turístico brasileiro”, professor especialista Jerry Geraldo Cadamuro Nunes – PUC Maringá e Colégio Nobel, Teatro – (Resp. professora mestra Célia Mazzo Moura – Fafiman).
Inscrições
Até 15 de agosto de 2008 com apresentação de trabalhos (Comunicação Oral e Painel)
Até 22 de agosto de 2008 sem apresentação de trabalhos.
Local: Secretaria da Fafiman. Site do evento: www.fafiman.br


ATENÇÃO
Prefeitura não participa de campanhas por telefone

Assessoria de Imprensa
Prefeitura Municipal de Mandaguari

Estão telefonando para residências e empresas de Mandaguari sobre uma campanha, arrecadando R$ 8,00 com desconto na conta telefônica. A pessoa solicita a doação em nome de uma entidade e estaria citando o nome da Prefeitura Municipal de Mandaguari. Entretanto, a Prefeitura não autorizou nenhuma entidade a utilizar o seu nome em campanhas via telefone. O Município de Mandaguari mantém diversos convênios com entidades que atendem crianças, adultos e idosos sediadas em seu território e não realiza campanha por telefone, nem mesmo em parceria com qualquer instituição.


MANDIOCÃO
O produtor rural Valdemar Candido de Lima teve a maior surpresa quando foi colher raízes de mandioca em sua propriedade localizada em São Pedro do Guaporé. A maioria das raízes mediam mais de 1,5 metros e, não foi efetuado nenhum tratamento especial, afirma o produtor.

Valdemar e seu mandiocão


Mais bancários, menos filas

Esta semana o Sindicato dos Bancários de Maringá e Região realizou um manifesto pela contratação de mais funcionários pelo Banco do Brasil S/A na agência de Mandaguari. Na oportunidade os diretores do sindicato distribuíram panfletos com orientação de como reclamar da falta de funcionários e conclamaram os usuários a assinarem um abaixo-assinado cobrando contratação de mais funcionários pelo Banco. O Sindicato também instalou uma barraca em frente a agencia e um equipamento de som com uma mensagem gravada que esclarecia o motivo do manifesto e conclamava a população para assinar o abaixo-assinado. O manifesto aconteceu na última segunda-feira (14).


Lixo no bueiro - Funcionários da Prefeitura de Mandaguari tiveram uma surpresa desagradável quando foram desentupir um bueiro na Avenida Amazonas (em frente à Prefeitura de Mandaguari). Depararam uma interrupção na tubulação e lixo muito lixo, que por alguns anos foi jogado na rua e fazia o bueiro transbordar, prejudicando moradores vizinhos e a realização da Feira do Produtor, porque a travessa que localizada entre os prédios da Prefeitura e do Fórum, ficava alagada em dias de chuva. Trabalho feito, o recapeamento da avenida deverá ser retomado em poucos dias.


Responsabilidade social
Repasse de valores ao Centro de Educação Infantil Paroquial Raio de Luz e ao Instituto do Câncer de Londrina encerra atividade desenvolvida por acadêmicos de Gestão da Qualidade
O trabalho, iniciado junto com o ano letivo, atendeu à disciplina Gestão de Projetos, ministrada pelo professor Ariovaldo Mambrini. Dividida em duas equipes, a turma precisou criar, gerir e colocar em prática um projeto social, que beneficiasse entidades assistenciais de Jandaia do Sul e região

Por um lado, o objetivo da atividade foi fazer com que os alunos conhecessem, na prática, a viabilização e a gestão de um projeto, e, por outro, houve a preocupação do docente da Fafijan (Faculdade de Jandaia do Sul), Ariovaldo Mambrini, na formação de profissionais mais humanos, conscientes da importância da responsabilidade social. Para ele, além de incorporar conceitos, técnicas e disciplinas teóricas essenciais para exercer, futuramente, a profissão pretendida, “é preciso que os alunos compreendam que amanhã ou depois, eles poderão ser os melhores profissionais da área, mas se não tiverem envolvimento ou comprometimento com a sociedade na qual a empresa deles está inserida, profissionalmente, jamais serão bem-sucedidos”, diz acreditar. Segundo o professor, o mercado de trabalho (cada vez mais seletivo) e também o consumidor têm valorizado iniciativas socialmente e ambientalmente responsáveis.
Quando questionado sobre a legitimidade dos projetos sociais, hoje, desenvolvidos pelas empresas (motivadas pelo altruísmo ou autopromoção?), Mambrini reflete: “É possível fazer projeto social com agregação do marketing? Acredito que sim. Agora, devem ser feitos ou trabalhados projetos sociais apenas para o marketing? Acredito que não, isso não. Mas, para se chegar a essa consciência, é preciso que o profissional, ainda, enquanto aluno, interiorize o sentido de participação dele na sociedade. Para que ele possa fazer uma introspecção de novos valores, adquirindo, assim, uma visão diferente de mundo. Entendendo que toda a formação que ele recebe, na Instituição, capacita-o, sobretudo, a trabalhar para a construção de uma sociedade igualitária, melhor, mais justa”, defende o professor.
No caso da atividade realizada na Fafijan, para arrecadar recursos às entidades assistenciais, os acadêmicos do segundo período do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade foram divididos em duas equipes, cada qual responsável em criar e colocar em prática um projeto de cunho social, escolhendo, de início, um líder – para mediar as tomadas de decisão do grupo – e uma Instituição sem fins lucrativos a ser beneficiada. A Equipe Qualidade em Ação, que teve como líder o acadêmico Pedro Paula de Almeida Durval, optou por ajudar o Centro de Educação Infantil Paroquial Raio de Luz, com arrecadação de verba por meio da promoção de venda de pizzas. Já a Qualidade Solidária, liderada pelo estudante Luiz Carlos Freitas, escolheu reverter os fundos obtidos com a venda de sacolas ecologicamente corretas ao Instituto do Câncer de Londrina (ICL).
Na noite de sexta-feira, 11 de julho, foi realizada na Fafijan, a cerimônia oficial de repasse desses recursos. Estiveram presentes o diretor da faculdade, professor Ítalo Tasso, o vice-diretor, professor doutor Dirceu Cleber Conde, a primeira-dama de Jandaia do Sul, Silmara Bruzon, os acadêmicos das equipes Qualidade em Ação e Qualidade Solidária, além das representantes das duas Instituições assistidas: Marildes Dias Marconi, secretária da Liga das Damas de Caridade (grupo composto por 33 voluntárias, idealizadoras e mantenedoras do Centro de Educação Infantil Paroquial Raio de Luz), Antonia Luiza David Santana e Maria Helena Buscariolo Nunes – respectivamente, diretora e coordenadora pedagógica da entidade. E também Jailma Gomes Garcia e Eliane Pernia, do Departamento de Captação de Recursos do Instituto do Câncer de Londrina e a senhora Maria Leide Bardi Farinazzo, representante do grupo de voluntários amigos do ICL, no município de Jandaia.
Marilda da Silva Bueno, coordenadora dos cursos superiores de tecnologia da Fafijan, na abertura do cerimonial, parabenizou o trabalho realizado pelos acadêmicos, sob orientação do professor Mambrini. Ítalo Tasso reforçou os cumprimentos, dizendo que esses projetos só vieram comprovar que a missão da Instituição, de formar o profissional no campo da ciência e do conhecimento com visão humana, ética e cidadã de seu papel na sociedade, está de fato se cumprindo.
Silmara Bruzon, há quase 14 anos voluntária da Liga das Damas de Caridade, em nome do prefeito Moacir Bruzon e do vice, Dito Puppio, destacou a inserção dos acadêmicos na sociedade como algo positivo. “Vem contribuir com o desenvolvimento do município e da região. Que as Instituições assistidas façam bom proveito do recurso recebido, dando continuidade ao bom trabalho que há tempos vêm desempenhando”, desejou.
Representando o presidente do Instituto do Câncer de Londrina, Nelson Dequech, a coordenadora do Departamento de Captação de Recursos, Jailma Lopes Garcia, agradeceu a contribuição dos acadêmicos. “É com alegria e satisfação que eu venho participar dessa cerimônia e, na oportunidade, conhecer a Fafijan. Jandaia do Sul é muito presente no ICL, com a ajuda do grupo de voluntários, semanalmente, na doação de alimentos, roupas, brinquedos. Que, por conseqüência, depende muito da solidariedade das pessoas da comunidade, que em se tratando desse município, muito agregam”, garantiu Jailma. Ela ainda contou que o presidente Dequech, quando soube da vinda dela ao evento, disse: “‘Vá lá, porque onde tem acadêmico há sempre dose redobrada de ânimo e vontade de fazer acontecer”, confessou. “E foi o que eu encontrei aqui”, finalizou ela.
Foi uma noite especial e que emocionou os presentes. Tomar conhecimento dos trabalhos realizados pelas Instituições beneficiadas fortaleceu a todos quanto à importância da responsabilidade social. Os acadêmicos falaram da experiência vivida nesse período de produção e prática dos projetos, dos planos, das dificuldades e incertezas de alguns momentos, mas ressaltaram que a alegria de poder contribuir com o próximo era maior e, por isso, o resultado positivo: de poder repassar às duas entidades, nesse dia, os valores arrecadados. As equipes também informaram que as prestações de contas da movimentação financeira dos projetos e do montante repassado às Instituições estarão disponíveis nos editais da Fafijan para aqueles que desejarem tomar conhecimento.


Chinaglia defende constitucionalidade da Lei Seca
Câmara aumenta número de propostas votadas no Plenário no primeiro semestre

O presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (foto), defendeu na quinta-feira (17), os aspectos constitucionais da Lei Seca (Lei 11.705/08), que proíbe os motoristas de dirigir com qualquer grau de álcool no sangue. “Os juristas de plantão podem até questionar, mas estou seguro de que a lei é constitucional e salva vidas”, apontou, destacando as estatísticas de redução do número de acidentes de trânsito após a sanção da nova lei.
A Lei Seca é um dos destaques das votações do Plenário no primeiro semestre. Chinaglia ressaltou que a essência da nova legislação foi iniciativa da Câmara. O texto original da MP 415/08, que originou a lei, apenas disciplinava os locais de venda de bebidas. “Eu me sinto muito realizado, porque estamos levando tranqüilidade às famílias brasileiras”.
Balanço
Mesmo em um ano eleitoral, o Plenário conseguiu ampliar o número de votações no primeiro semestre, que terminaram na quarta-feira (16). Os deputados analisaram 130 proposições, contra 114 no mesmo período de 2007. Já as comissões temáticas aprovaram até esta semana mais de 200 projetos em caráter conclusivo.
Os dados são ainda mais surpreendentes diante do número de medidas provisórias editadas pelo Executivo no primeiro semestre e da estratégia da oposição de obstruir as votações. Em 94 sessões deliberativas do Plenário, os deputados votaram 37 MPs, 1 proposta de emenda à Constituição, 1 projeto de lei complementar, 26 projetos de lei, 62 projetos de decreto legislativo e 3 projetos de resolução.
Entre outras propostas aprovadas pelo Plenário no semestre, o presidente da Câmara também destacou o piso nacional dos professores, a regulamentação da guarda compartilhada, a Lei Geral de Turismo, a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e as várias proposições do pacote de segurança.
Pauta
Para o segundo semestre, Chinaglia espera a votação das propostas de reforma tributária, mudanças no trâmite de medidas provisórias, redução da jornada de trabalho, cotas para alunos de escolas públicas nas universidades federais e alterações no Supersimples, entre outros temas.


Cheque sem fundos em conta-conjunta só autoriza negativação do nome do emitente

O juiz da 16ª Vara Cível de Brasília, Carlos Alberto Martins Filho, determinou que o Banco do Brasil pague indenização de 7.500 reais por danos morais a uma cliente incluída no Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos – CCF. Além da indenização, o juiz deferiu liminar para que o banco exclua de imediato o nome da cliente do cadastro.
A ação foi ajuizada em 2006. Segundo a autora, primeira titular de uma conta-corrente conjunta com o marido, em 2003, o cônjuge, segundo titular, emitiu um cheque sem fundos no valor de R$ 258,56, que foi devolvido por duas vezes, com conseqüente inclusão no CCF. Afirma que foram informados antecipadamente pela instituição financeira sobre a inclusão do nome do marido no CCF, embora não tenham recebido qualquer comunicação quanto à negativação do seu nome. Alega que por esse motivo sofreu constrangimentos e ameaças na praça. A sentença do juiz, no entanto, foi clara: “não há prescrição no caso em apreço. O conflito trazido aos autos trata de típica relação de consumo, como disposto na súmula 297 do STJ.
Logo, para a pretensão de reparação dos danos causados pelo serviço aplica-se o prazo qüinqüenal, previsto pelo art. 27 do CDC.” Ainda segundo a decisão, “também não procede a alegação do banco de que por ser a requerida co-responsável pela dívida a inserção de seu nome no referido cadastro seria justificável.” “A responsabilidade na emissão das cártulas somente pode ser imputada ao emitente e o banco possui meios de verificar quem é o responsável, por meio da conferência de assinaturas. O débito vincula-se à cártula e não ao contrato bancário entre os correntistas e a instituição financeira. Do contrário, estar-se-ia privilegiando um comportamento abusivo e ofensivo aos dispositivos do CDC que versam sobre esses bancos de dados.
As informações transmitidas aos órgãos de proteção ao crédito devem ser verazes e objetivas, desprovidas de qualquer inexatidão, dúvida ou incerteza”, explica o magistrado. Ainda cabe recurso da decisão. Nº do processo: 2006.01.1.070382-6 TJDFT.


VIVER BEM
A armadilha do corpo perfeito
A busca desenfreada pelos padrões de beleza pode causar sérios distúrbios ou morte

“A moda é implacável; só tem vez aquelas que são magras, quase esqueléticas”, é a queixa da maioria das mulheres, simples mortais que trabalham, estudam, cuidam da casa e dos filhos. Sem contar, que muitas vezes os tamanhos GG na verdade vestem corpos de tamanho M. É certo que a moda privilegia os corpos magros basta ver a legião de modelos esqueléticas que desfilam nos mais badalados eventos.
Existe muita pressão quanto à questão de corpo e boa forma e as adolescentes parecem ser as mais suscetíveis a esta verdadeira “ditadura” de corpos sarados e com as gordurinhas no lugar certo.
Muitas mulheres recorrem a dietas que prometem milagres e não se preocupam muito com a saúde ou com a herança genética e é aí que mora o perigo; o transtorno alimentar é um deles.
Atualmente, distúrbios alimentares vem se tornando cada vez mais comuns, ressaltados especialmente pelo sexo feminino. Anorexia e bulimia nervosa e vigorexia são preocupantes doenças, frutos de uma sociedade que impõe um padrão de beleza a seus participantes.
Os transtornos alimentares devem-se inicialmente a algum tipo de alteração emocional. Mais comumente, é possível reparar que o principal fator é a insatisfação com o peso e o medo eminente de engordar.
Como característica comportamental, as pessoas assumem dietas absurdas mesmo quando o peso está proporcional à estatura, e mesmo perdendo peso continuam a “imaginar-se” obesas.
Os problemas mais citados, que são relacionados a transtornos alimentares, são a anorexia e a bulimia. A primeira é definida pela busca implacável pela magreza, o que acaba levando a pessoa a recorrer a estratégias para a perda de peso, excessiva e desnecessária. As pessoas anoréxicas apresentam graves problemas emocionais e tem um intenso medo de engordar, mesmo estando extremamente magras. É uma doença com riscos sérios, podendo levar à morte por desnutrição.
A bulimia se caracteriza pela grande ingestão de alimentos (alimentação compulsiva) e, depois, utilizam métodos compensatórios, tais como vômitos propositais, uso de laxantes ou diuréticos, e a prática de exercícios como forma de evitar o ganho de peso. O caso é que, ao contrário da anorexia, não existe perda de peso, o que torna a percepção do problema mais difícil.
Ainda assim, existe outro tipo de distúrbio alimentar, pouco conhecido, chamado de vigorexia. Esta é determinada pela busca de um corpo perfeito e é conhecida por Doença da Vaidade. Na verdade, é o excesso de preocupação em ter um corpo forte. Os portadores desse transtorno, normalmente, ficam horas em academias realizando uma diversidade de exercícios físicos, pesam-se várias vezes e procuram comparar sua musculatura com a de seus colegas. Como alternativa, na maioria dos casos o uso de anabolizantes é freqüente entre os vigoréxicos.
Os especialistas em Nutrição alertem que pessoas que apresentam estes sintomas ou comportamentos merecem atenção redobrada pois serão vítimas futuras de disfunção nutricional.
O fato é que essas doenças são frutos de uma sociedade que impõe um padrão de beleza no qual os corpos são valorizados por sua forma esbelta e pelas silhuetas perfeitas. Facilmente, hoje, é possível identificar que vivemos cada vez mais em uma sociedade consumista e que chegamos a um ponto onde o culto à imagem acaba sendo tão importante quanto nossos valores.


CASA DA AMIZADE DAS SENHORAS DE ROTARIANOS
MANDAGUARI - PARANÁ
DISTRITO 4630

Casa da Amizade: momento festivo de congraçamento de ideais e ações
Posse da nova presidente: Marcela Cristiane Girotto Ruiz

Momento solene da posse: a companheira Edilaine Rocha de Souza passa o pin de Presidente à companheira Marcela Cristiane Girotto Ruiz

Companheiras da Casa da Amizade voltadas ao trabalho voluntário nas áreas da educação, saúde, cultura, ação social e integração da Família Rotária. Em 2008, estão voltadas também a contribuir com o Rotary Club no combate à mortalidade infantil e ao analfabetismo

Mesa Diretiva da Festiva de Posse

Presidente Marcela e companheiras da ASR, Amira e Angela e a presidente do Elos, Josepha Peres

Presidente Marcela com o presidente do Rotary, Ildefonso Peres Henrique, o ex-presidente do Rotary Valentim Bedendo e a ex-presidente da ASR, Edilaine Rocha de Souza

Responsável: Maria Inês Botelho


Segurança privada, mas não clandestina

O medo da violência fez o número de empresas de vigilância no Brasil crescer em 56% entre 2000 e 2004. Preocupação maior, no entanto, são os clandestinos, que, despreparados e muitas vezes mal-intencionados, superam em número de vigilantes legalizados. Veja nesta edição como saber se uma empresa é legal e a quem denunciar clandestinos

Exigências para as empresas funcionarem

São consideradas atividades de segurança privada:
 vigilância patrimonial - restrita aos limites da casa/empresa que contratou o serviço, visa proteger as pessoas e o patrimônio do local;
 escolta armada - visa proteger o transporte de carga ou de valores;
 transporte de valores;
 segurança pessoa; e
 formação e treinamento.
Apenas empresas autorizadas pela Polícia Federal podem fazer segurança privada (autônomos ou cooperativas não são permitidos). Entre outros requisitos, é exigido:
 que proprietários e dirigentes sejam brasileiros e não estejam envolvidos em inquéritos policiais ou tenham sido condenados criminalmente;
 que a empresa possua contrato social específico e não realize outras atividades;
 a contratação do número mínimo de vigilantes habilitados exigido para cada tipo de atividade, e de seguro de vida para todos;
 que a empresa tenha veículos e instalações adequados, incluindo local seguro para armas e munições;
 que a empresa também tenha, para ela própria, serviço de vigilância patrimonial ou equipamentos de segurança que funcionem ininterruptamente;
 que a empresa mantenha livros de registro e controle de armas e de munições;
 no caso de escolta armada e segurança pessoal, que a empresa tenha sido autorizada há pelo menos um ano para fazer vigilância patrimonial ou transporte de valores.
Em caso de prestação de serviço de segurança não autorizado, além do encerramento da empresa, seus sócios, diretores e clientes estão sujeitos a processo criminal.
Já as empresas de segurança eletrônica, que instalam e/ou monitoram sistemas de alarme, não são regulamentadas ou fiscalizadas pela Polícia Federal.

Profissional tem que ser habilitado

O candidato a vigilante deve ser brasileiro, maior de 21 anos, ter concluído a 4ª série do ensino fundamental e:
 ter sido aprovado em curso de formação que esteja dentro do prazo de validade (esses cursos têm validade de dois anos e duração de 120 horas, e só podem ser ministrados por empresa autorizada);
 ter sido aprovado em exames de saúde e de aptidão psicológica;
 não ter condenação criminal ou registros de indiciamento em inquérito policial ou que esteja sendo processado criminalmente;
 estar em dia com as obrigações eleitorais e militares;
 possuir CPF e carteira de trabalho.
A cada dois anos o vigilante precisa fazer curso de reciclagem e novos exames de reciclagem e novos exames de saúde, pagos pela empresa. O exame psicológico deve ser aplicado por profissionais previamente cadastrados pela Polícia Federal, que registra os vigilantes aptos a exercer a profissão e emite a Carteira Nacional de Vigilante, de uso obrigatório. As empresas ainda fornecem todo o equipamento exigido para o exercício da atividade, incluindo o uniforme. Policiais são proibidos de fazer segurança privada e de serem proprietários de empresa de segurança.

Abusos e serviços ilegais devem ser denunciados

Adelar Anderle, delegado da Polícia Federal responsável pelas normas e fiscalização de segurança privada no país, oriente: “para denunciar serviço de segurança ilegal, procure a Superintendência da Polícia Federal e o sindicato de vigilante do seu Estado”.
No entanto, quem se sentir vítima de abuso tem o direto de:
 registrar queixa na delegacia mais próxima do incidente - tanto o vigilante quanto quem o contratou responderão a processo criminal por constrangimento ilegal ou outro crime que houveram cometido (agressão, assédio, etc.);
 procurar um advogado ou a defensoria pública e entrar com processo pedindo indenização pelos danos sofridos.
No caso de policiais, o melhor é procurar o Ministério Público e fazer a denúncia, ou a corregedoria de polícia competente.

Vigilante só pode atuar em legítima defesa

O vigilante atua em nome de um particular e tem direitos e deveres iguais aos de qualquer cidadão. E só pode usar a força em legítima defesa sua, daquele que o contratou, de outra pessoa ou do patrimônio que deve vigiar. Ele não pode:
- fazer ronda na rua (em áreas públicas, apenas os policiais podem atuar);
- interrogar ou revistar (a revista é permitida no caso de ser condição para entrar no local vigiado - como boate, show, etc.);
- agredir ou imobilizar;
- reter documento.
Caso o vigilante trabalhe em uma loja, por exemplo, e perceba que alguém está tentando levar produto sem pagar, ele pode pedir que a pessoa o acompanhe a local reservado e devolva o que pegou.
Mas se ela recusar-se, o vigilante só pode fazer duas coisas: chamar a polícia e trancar as portas, impedindo que a pessoa fuja até que a polícia chegue.
Esse, aliás, é um direito e um dever de todo cidadão. Ao presenciar um crime (roubo ou atropelamento, por exemplo) em que o autor tenta fugir, sempre que possível se deve reter o criminoso até a chegada da polícia, sem, é claro, agredi-lo de qualquer forma.

Quem contrata clandestino aumenta os próprios riscos

A promotora de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal, Ruth Kicis Torrents Pereira, alerta: vigilância clandestina pode significar, em vez de mais segurança, um aumento significativo dos riscos para quem contrata e para os vizinhos. “Trata-se de colocar para vigiar nosso patrimônio e nossa família uma pessoa que porta arma ilegalmente, da qual não sabemos os antecedentes ou se tem formação adequada e que já está cometendo um ato ilegal ao prestar o serviço. Que confiança podemos ter nessa pessoa?”
Estudo da socióloga e advogada Carolina de Mattos Ricardo cita alguns números: há 1,3 milhão de vigilantes cadastrados, mas somente 333 mil atuam legalmente. Ela estima que grande parte dos que não estão nas empresas trabalham como clandestinos. Também o porte de armas preocupa: para os 333 mil vigilantes existem apenas 16 mil armas cadastradas. Os dados contabilizam ainda, entre janeiro de 2001 e setembro de 2003, 7.377 ocorrências criminais envolvendo seguranças privados na cidade de São Paulo: 26% foram de ameaça, 20% de lesão corporal dolosa, e 10% de porte de arma ilegal.

Saiba mais

Ministério da Justiça
Departamento de Polícia Federal

www.dpf.gov.br/unidades (página com o endereço de todas as unidades da Polícia Federal).
Estatuto Nacional de Segurança Privada
Está tramitando na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 2.198/07, que revoga as leis 7.102/1983, 8.863/1994 e 9.017/1995 e define um marco regulatório para o setor. Entre outras mudanças, o projeto estabelece pena de detenção de seis meses a dois anos, além do pagamento de multa de cinco a 50 salários mínimos para os contratantes dos serviços irregulares. A proposta prevê também mais rigor na fiscalização.

Transcrito do Jornal do Senado, ano XIV, nº 2.779/167


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