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RETORNO do PARANÁ
O Paraná volta ao mercado de exportações. Os frigoríficos de Nova Londrina, Maringá, Paiçandu e de Paranavaí estão autorizados a exportar carne bovina. A boa notícia vem do deputado federal Eduardo Sciarra (PR), que reafirma: “até hoje não foi comprovada a existência de febre aftosa em terras paranaenses com identificação científica”. O gado com essa doença veio, principalmente, do Mato Grosso do Sul.
COOPERATIVAS de CRÉDITO
A medida Provisória 410, que trata da regulamentação do Plano de Segurança para as Cooperativas de Crédito, foi aprovada pela Câmara dos Deputados, flexibiliza a exigência de requisitos de segurança proporcional ao tamanho e movimentação financeira da sociedade cooperativa e reduz o valor da vistoria de 1000 Ufir’s para 300 Ufir’s. A propositura contou com irrestrita participação da Frencoop e dos deputados federais Moacir Micheletto (PR) e Assis Miguel do Couto (PR). A matéria segue para apreciação do Senado da República.
SEGURANÇA ao INVESTIDOR
“A integração da BOVESPA com a Bolsa de Mercadorias & Futuros representa, ao nascer, 70% da movimentação das bolsas de valores da América Latina e uma destacada posição de terceira maior do mundo”, avalia o deputado federal Luiz Carlos Hauly (PR), ao confirmar que essa medida fortalece a classificação do Brasil nos mercados globais, funcionando como propulsora do crescimento econômico com empresas sólidas e um cenário mercadológico mais transparente.
TAXA de JUROS
De acordo com o deputado federal Max Rosenmann (PR), houve uma alta de 0,50% da taxa básica de juros, a Selic, que estava em 11,25%. Na sua avaliação, essa alta não se justifica e penalizará o pequeno e microempresário, que no momento estão tirando empréstimos para melhorar seus negócios. “Esse aumento beneficiará os bancos, que vivem da exploração da ciranda financeira”, observa Max Rosenmann.
ISENÇÃO FISCAL
Consoante o deputado federal Barbosa Neto (PR), uma cooperativa do Paraná teve uma sobra líquida de R$ 22 milhões em 2007, foi rateada aos cooperados. Os impostos diretos recolhidos somaram R$ 74 milhões, ou seja, 3 vezes o lucro final. Conforme o parlamentar, as cooperativas poderiam investir mais em responsabilidade social, qualificação de pessoal e cidadania, se tivessem uma maior isenção fiscal por parte do governo da União.
SAFRA AGRÍCOLA
Numa área de 46 milhões de hectares, nosso país deve colher uma safra de 140 milhões de toneladas de grãos, principalmente leguminosas e oleaginosas, estimativa de 5,6% superior à safra de 2007, quando colheu 133 milhões de toneladas. “É o terceiro ano que o Brasil bate recordes sucessivos na produção de grãos”, ressalta o deputado federal Osmar Serraglio (PR). Os preços que os agricultores estão recebendo por seus esforços são promissores.
QUEDA de JUROS
No Congresso Nacional, a bancada ruralista tem trabalhado muito a favor dos produtores rurais e de vez em quando atinge o gol. Uma conquista é noticiada pelo deputado federal Ricardo Barros (PR): queda dos juros das dívidas de custeio de 8,75% para 6,75% anuais. “Não é fácil produzir num país tropical por questões climáticas e por problemas logísticos”, pondera Barros.
VALOR do ESTUDO
Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio – Pnad de 2002, o trabalhador sem nenhuma educação formal ganhava R$ 300,00; com o ensino fundamental completo, R$ 590,00; com o médio concluído, R$ 960,00; com o ensino universitário, R$ 2.570,00; e, com pós-graduação, R$ 3.890,00. “O maior salto de renda ocorreu entre o ensino médio e o superior, que representou um acréscimo de 168%”, analisa o deputado federal Odair Cunha (MG), ao concluir: “vale a pena estudar”.
MERCADO de AÇÕES
Caso não haja efeito agudo pelo aquecimento global e pela manutenção de elevadas taxas de crescimento econômico nos países asiáticos, para o biênio 2008-2009, no Brasil algumas empresas poderão apresentar boas perspectivas de lucratividade: mineração, siderurgia e petrolífera, num plano imediato; e os setores bancário e de energia elétrica, num seguinte. É a opinião do economista Raimundo Nonato Bezerra da Costa, de Brasília (DF).
CONSUMIDOR CIDADÃO
De acordo com uma pesquisa do Instituto Akatu, no Brasil apenas 15% dos consumidores deixam de comprar um produto ou falam mal de uma empresa que tenha prejudicado o meio ambiente e a sociedade contemporânea. “Na Alemanha, esse percentual é de 42% e na Austrália é de 51%”, revela o deputado federal Carlos Sampaio (SP), um defensor do consumidor cidadão.
* Oswaldo Freire é diretor da SDE Assessoria, de Brasília.


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