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ÍNDICE de REPETÊNCIA
O senador Flávio Arns (PR) considerou agravante o número
de repetentes na 1ª série do Ensino Fundamental, que
chega a 32% no Brasil. Na Argentina, é de apenas 1%. Na 2ª
série, a taxa brasileira é de 20%, enquanto que no
país vizinho é de 7%. Em relação às
primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à
4ª), o índice de repetência no Brasil é
de 21%, enquanto na Argentina é de 6%.
CONFEA apóia FRENTE
Foi reinstalada, no Congresso Nacional, a Frente Parlamentar pela
Engenharia e Demais Profissões do Setor Tecnológico.
Ela é coordenada pelo senador Marcelo Crivella (RJ) e conta
com apoio do presidente do Sistema CONFEA - CREAs, Marcos Túlio
de Melo. O objetivo da Frente é ser interlocutor no Legislativo
em relação aos campos de conhecimento das profissões
de engenheiro, arquiteto e agrônomo e, ao mesmo tempo, promover
a valorização da engenharia em favor do desenvolvimento
do Brasil.
RESPONSABILIDADE PARLAMENTAR
Em discurso no Plenário Ulysses Guimarães, o deputado
federal Ricardo Barros (PR) declarou a seus pares que eles não
podem “permitir mais que os cidadãos se preparem para
uma eleição sem saber com clareza qual será
a regra do jogo. A reforma política é fundamental,
e a sociedade quer sua implementação. Nós,
políticos, queremos regras mais claras, incluindo a fidelidade
partidária. O Plenário tem de se organizar durante
as votações por partidos. Sou a favor da lista, mas
isso não é o principal. O principal é que não
podemos fugir da responsabilidade de decidir”.
CONTRIBUIÇÃO de AUTÔNOMOS
A Medida Provisória, aprovada pelo Congresso Nacional facilitou
a contribuição de autônomos para a Previdência
Social. O recolhimento caiu de 21% para 11% sobre o salário
mínimo ou a renda do trabalhador. O deputado federal Dilceu
Sperafico (PR) ao comentar sobre a MP ressaltou que a nova legislação
é específica para aposentadoria do trabalhador autônomo.
COBRANÇA de IMPOSTO
O deputado federal Max Rosenmann (PR) defendeu a volta de cobrança
do Imposto de Renda sobre as aplicações estrangeiras.
Para o parlamentar “dessa forma, e com a provável nova
redução dos juros em meio ponto percentual na próxima
reunião do Copom, o câmbio teria todas as condições
de se acomodar em R$ 2,20, ficando assim em um patamar aceitável
para manter a competitividade da indústria brasileira, e
a atração de investimentos diretos na produção”.
TRÁFICO de MULHERES
O deputado federal Takayama (PR), divulgou relatório da ONU
informando que existem 241 rotas de tráfico de mulheres e
crianças, no Brasil, tendo conexão com diversos países.
A Espanha é o principal destino. O parlamentar apontou o
turismo sexual como o principal fator de estímulo a essa
prática e reivindicou que a comissão da Câmara
que trata do assunto prossiga suas atividades, enquanto o problema
persistir.
ENSINO SUPERIOR
No Brasil, dos mais de 20 mil cursos superiores oferecidos, 75%
estão em instituições privadas. Segundo o senador
Wilson Matos (PR), dados do último censo sobre educação
mostram que, 87% das vagas no ensino superior são oferecidas
pela iniciativa privada. Dos 4,5 milhões de estudantes universitários,
mais de 3,3 milhões estão nessas instituições,
que também são responsáveis pela formação
de mais de 70% dos profissionais de nível superior no país.
COOPERATIVAS e COOPERADOS
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria
e Comércio aprovou o parecer do relator sobre do Projeto
de Lei 302, de 2007, do deputado Paulo Piau (MG), que estabelece
a inexistência de relação de consumo nas operações
internas das sociedades cooperativistas, quando realizadas entre
seus associados e a própria cooperativa. Portanto, pela proposta,
não se aplicam, na relação cooperativa-cooperado,
as normas do Código de Defesa do Consumidor.
ATO MÉDICO
Segundo o deputado federal Edinho Bez (SC), durante o chat realizado
pela Câmara dos Deputados, os principais argumentos a favor
do Ato Médico são que a profissão de médico
não está regulamentada em seus aspectos de campo de
atividade. Ela existe legalmente, mas não tem o detalhamento
das atividades. É uma das únicas profissões
da área de saúde que não têm esse detalhamento
das atividades privativas. A iniciativa do Projeto de Lei que vem
do Senado da República proporciona a oportunidade de os demais
segmentos da saúde se manifestarem.
JORNADA de TRABALHO
Tramita na Câmara o Projeto de Lei do deputado Marco Maia
(RS), que estabelece a jornada de trabalho de 40 horas semanais.
O parlamentar explica que a Constituição fez a opção
de conciliação entre a jornada de 48 horas, prevista
na CLT, e a de 40 horas, pretendida pelos sindicatos, ao estabelecer
a jornada semanal de 44 horas. No entanto, ele considera a jornada
de trabalho fixada em 44 horas muito extensa.
* Oswaldo Freire é diretor da SDE Assessoria,
de Brasília. |